jueves, 26 de noviembre de 2009

Angkor Wat - Angkor Wat


Angkor Wat é o nome mais conhecido, mas na verdade eles chamam de Angkor Temples o complexo todo. Angkor Wat é um dos templos, o mais conhecido. Mas vcs sabem que eu prefiro o Byron.











Eu cheguei para ver o sol nascer. Uma galera faz isso, mas tava bem nublado, nao deu para ver grandes cenas.

Angkor Wat tem vários painéis, com histórias completas esculpidas na parede. Se tem cenas eróticas e figuras fálicas? Tem mas eu nao vi. Fica em um dos templos do Byron que está fechado para restauraçao financiado pelo governo francês.



domingo, 22 de noviembre de 2009

Eu apareço na estatística do Denis Russo!

Essa eu tenho que dividir. Acabei de entrar no blog do Denis Russo e ele pos um mapinha que mostra de onde os leitores do blog acessam o site (bem que eu deveria fazer isso tb). E ele comenta que acaba de aparecer um no Camboja. Eu!

Não resisti, pus um comentário bem tiete. Ai, que divertido. Leiam, chama Um abraço ao Mundo.

Angkor Wat - Bayon

Ah não vou falar nada. Quero só mostrar o que eu sempre quis conhecer. Fiquei emocionada.























São, segundo meu guia, 37 torres, cada uma delas tem quatro faces. Todas sorridentes. Pelo menos para mim.

Angkor Wat - Pôr do sol

Pôr do sol em Angkor Wat? Claro! Aceitei na hora. Como era só o fim do dia, metade de uma diária de moto, 5 dólares. E foi bom, porque o guiche abre as 4:45 e vc já compra o passe de 3 dias, 40 dólares, começando no dia seguinte, pouca gente na fila, eles tiram uma foto e vc sai com o seu ingresso. Não pode perder porque eles te pedem toda vez que vc entra num templo. E pode entrar  grátis no fim do dia, se entendi direito.

Eu não sabia direito o que esperar, achei que era uma grande cidade de pedra, cheia daquelas imagens bonitas esculpidas nas pedras. Minha primeira surpresa. Água. Desde a entrada, e em volta de vários templos tem um canal de água, ou reservatórios de água. E eu amo água. A entrada é uma estrada razoalvemente larga, com floresta de um lado, água do outro. Lindo. O lugar é  enorme.






E fomos direto Phnom Bakheng ver o pôr do sol. Tem que caminhar um pouco e quando vc chega já tem uma galera esperando. Tive um pouco de azar porque estava nublado. Mas tive sorte também porque não choveu. Chuva aqui é coisa séria, muito pesada.

sábado, 21 de noviembre de 2009

Um ano sem trabalhar

Uma pequena pausa para comentar que faz um ano que não trabalho, um ano que sai da Abril Digital, passei uma temporada rapidinha lá antes de me decidir a mudar para Madrid. Ou seja, em 2008 pedi demissão duas vezes, em Jan sai da IBM e em começo de nov, sai da Abril.

Eu sempre trabalhei, desde menina. E sempre gostei de trabalhar. Trabalho e estudo me fizeram, me deram a vida e a experiência que tenho hoje.

Mas tenho aproveitado cada segundo desse ano. Não mandei um cv. Quero ir para o segundo ano até encontrar o que quero fazer. Uma coisa eu sei, não é a vontade de trabalhar que diminuiu, o que eu não quero é me matar de trabalhar por objetivos que não são meus ideais ou que eu não acredito mesmo. Aumentar faturamento, crescer... não quero mais essa história não.

Quero fazer algo pelo mundo, pelas pessoas, pelo planeta. Uma vida melhor, mais espiritualizada, encontrar formas de economizar os recursos desse planeta lindo que a gente tá destruindo. Quero viver em paz, sabendo que to criando ou melhorando ou fazendo algo pelas pessoas.

E quero, como um dia alguém me disse, sentir o tempo passar. E curti-lo. Como aprendo a sentir hoje.

Chegada no Cambodia

Finalmente um hotel de verdade. Cheguei no Camboja e tinha prometido a mim mesma me manter bem segura nesse país maluco. Aliás, também prometi para minha irmã, então vim de avião e fiz reserva num hotel.

O que tem de diferente nisso? A distância entre Bangkok e Siem Reap é de 550Kms, ou seja,  dá para fazer de onibus ou de trem. Mas tem vários relatos na internet sobre essa viagem que eu não quero passar de jeito nenhum. O problema é que não dá para vir direto, tem que pegar um ônibus até uma cidade, de lá pegar um tuk tuk ou taxi até a fronteira, da fronteira tem um ônibus que te tira da area alfandegária e ai tem que pegar o onibus até Siem Reap. Nessas paradas todas, tem gente dizendo que o consulado está fechado, que o consulado mudou os preços, ou que o consulado não emite visto para o mesmo dia mas tem taxa especial para sair na hora, tudo para tentar te tirar uns dólares. Tem vários sites com esses relatos. E lembrando que ainda tem que negociar o tuk tuk. Li num blog sobre como cobraram 10 vezes mais num tuk tuk. Então, o seguro e tranquilo é vir de avião.

E ai vc descobre que essa rota Bangkok – Siem Reap é um grande monopólio, só uma empresa faz esse trecho e dizem que as estradas são mantidas em precárias condições para favorecer a via aérea. Haja influência. Portanto, uma viagem aérea de 45 minutos me custou 200 dólares. A rota de ônibus, creio que sairia uns 15 dólares, ou menos.

E o fato de estar num hotel é tão bom.  Escolhi pela localização e pelos comentários que li na internet. Aqui é uma cidade que só tem hotel, de tudo quanto é calibre. Tem uns imensos e maravilhosos. O meu é 3 estrelas, bom, sem grandes luxos. Mas o quarto é grande, piso frio bonito, estrutura, banheiro com banheira, internet no quarto, essas coisas normais que todo hotel tem, mas para quem ficou essas semanas em pousadas, ou os famosos guest houses em inglês, passa a ser um luxo só. Impressionante como valorizamos mais quando temos pouco acesso. Em outros tempos, duvido que eu fosse achar aqui tão bom.

Siem Reap é uma cidade pequena, verde, cortada por um rio grande. E eu não sei ainda o que vi quando cheguei de avião. Sei que aqui teve pesadas chuvas, que o rio subiu e inundou tudo há algumas semanas atrás. Quando o avião foi chegando, achei que era um lago mas conforme foi baixando, vi casas  no meio da água, e o avião continuou indo em direção a água, quase entrei em pânico. Tenho lido nos jornais procurando saber algo sobre os países que vou visitar e não lembrava absolutamente nada de Siem Reap estar inundada. Bom, um pouco antes de chegar, acho que pouquíssimos quilometros, virou terra firme. Vou tentar descobrir mais para frente.

Cheguei e o próprio atendente do hotel se ofereceu para me levar para fazer os passeios. Aceitei, preço normal, com cara que trabalha aqui, seguro portanto.

Aqui tudo é em dólar, portanto mais caro que a Tailandia porque todo mundo arredonda. O dinheiro é o Riel e um dólar equivale a 4100 riels, acreditem ou não… lembra nossa época de cruzados reais, um montão de dinheiro que não serve para nada.  Hoje fui comprar uma fruta dessas descascadas e prontas para comer nos carrinhos de rua que eu comi todos os dias na Tailandia e a mulher me disse um dólar. Ri, na boa. Lá custava 10 bahts ou 30 centavos de dólar.  A mulher me perguntou, quanto vc quer pagar? Dei 2000 riels, ou 50 centavos de dólar.  Eu nem troquei dinheiro, todo mundo aceita dólar e o troco é dado em dólares mas os centavos sempre são em reils (aqui não existe moeda), resultado fico fazendo conta toda hora para ver se tá certo. So far, so good. Eles fazem direitinho.

Claremont Hotel (37 dólares) - Fiz direto mas dá para fazer via Expedia.com
http://www.claremontangkor.com/

Fica bem no começo de uma travessa da avenida do rio. É bom porque é menos barulhento. E a três pontes do Old Market, área central e turística, dá uns 15 minutos andando tranquilamente.

viernes, 20 de noviembre de 2009

Bkk - Despedida! Sirocco skybar

Eu comentei com o Serge que tinha fugido de Bangkok. Muita buzina, muita poluição, muita enganação dos tuk tuk, muito cheiro de óleo de peixe, muito trânsito, ou seja, um caos. Ele me disse que se eu fosse para esse lugar, mudaria minha percepção da cidade.

Feliz de ter voltado sã e salva de Damnoen Saduak, fiz tudo que tinha que fazer, comprei uma malinha extra para por as lembrancinhas que comprei, passagem, hotel, tudo acertado, fui lá comemorar e me despedir de Bangkok.

O lugar é lindo. Sem palavras. Carésimo, óbvio. Já sabia que era caro então fui só para beber algo, o que muita gente faz  álias. Um drink saiu quase 600 baths. Valeu.

Fica no 64 o. andar. Dá até um negócio no ouvido quando o elevador sobe. Eles te põe no primeiro bar, que é pequeno mas tem uma boa vista e só depois vc tem o upgrade para o bar grande, onde fica também o restaurante, do lado de fora. Vista deslumbrante, ambiente lindo, uma banda toca música ao vivo e tem uma cantora muito boa. É um luxo só. Amei.








Sirocco Skybar – State Tower na Silom Road. Estação Chong Nonsi (skytrain) é mais perto. A estação Sala Daeng fica na Silom Road mas muito no começo, o bar fica bem no fim da rua.

Me despedi. Agradeci e agradeço. A Tailandia é linda e tenho certeza que vou voltar. Lugar lindo, acessível, seguro, povo acolhedor. Fui, conheci, vivi cores, cheiros, sabores e amei. Graças aos deuses, aos anjos e guias, tive uma viagem absolutamente segura. Vou embora feliz.